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9 de setembro de 2018

ZAZAH


ZAZAH é o novo espaço cool do Príncipe Real. Este restaurante tem curadoria cultural e cozinha assinada por Moisés Franco, um brasileiro que tenta unir o estilo de vida carioca ao lisboeta e isso transparece na boa onda deste espaço. Privilegiando a comida de partilha, cocktails de assinatura e funcionando como bar-restaurante, com digital Rock às sextas-feiras, assume-se como o local ideal para reunir com amigos ou para um almoço romântico e descontraído.



A decoração é igualmente digna de nota




Os cocktails, Amazona (Cachaça Janeiro, lima, xarope de gengibre, ginger beer. Fresco e seco) e Consious Whisky Sour (Bourbon Whisky, puré de maçã caseiro, limão e canela. Complexo e frutado).



Para começar Bolinhas de alheira e parmesão



A nossa escolha para partilhar ;)


Os vinhos são outra das apostas do ZAZAH


Já referi que não resisto a Carabineiro. Este do Algarve numa delicada cama de choco e molho meunìere é delicioso ;)



Tataki de atum braseado, temperado com redução de balsâmico e sementes de sésamo. Recomendo!



Cones de Sapateira e ovas de salmão



Acompanhámos com Puré trufado, com trufas negras e parmesão reggiano, irresistível!



Para sobremesa, Escondidinho Doce (gelado de manjericão escondido por espuma de avelã e toque de flor de sal) e Três Marias (cones de brigadeiro casadinho, que dizem ser uma homenagem as Marias da nossa vida...A minha mãe chamava-se Maria e este sobremesa é tão doce como ela).




Já conhecem o ZAZAH?

26 de agosto de 2018

PÓS-POP | Fora do Lugar Comum


O Verão é a altura ideal para fazermos programas culturais que nem sempre temos oportunidade o resto do ano. A Exposição PÓS-POP. Fora do Lugar Comum, patente na Fundação Calouste Gulbenkian até dia 10 de Setembro, é a sugestão perfeita para um dia diferente.


"PÓS-POP" apresenta, na sua maioria, obras produzidas entre 1965 e 1975, em Portugal e Inglaterra, notando-se uma unidade que tem a ver com a divergência bem-humorada em relação ao lugar-comum proposto pela Pop Art. No caso dos artistas portugueses, nota-se um verdadeiro corte com a mediocridade que se vivia em Portugal, encontrando-se um laço comum que foi o terem procurado inspiração e incentivo no estrangeiro, em Paris, e, sobretudo, em Londres, verdadeira meca dos anos 60.


Nesta exposição destacam-se obras de artistas ingleses como Bernard Cohen, Tom Phillips, Jeremy Moon, Allen Jones, a par de trabalhos de artistas portugueses como Teresa Magalhães, Ruy Leitão, Eduardo Batarda, Menez, Nikias Skapinakis, Fátima Vaz, Clara Menéres, João Cutileiro e José de Guimarães, entre muitos outros.






Painting matching with my sunnies ;)


A utilização de cores fortes e a técnica de recorte caracterizam muitas destas obras








Quem se lembra dos "Por-fi-ri-os" Contraste?











 








Já visitaram esta exposição?