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20 de janeiro de 2012

Are you obsessed with the right things?


Esta Campanha foi desenvolvida pela Breast Cancer Foundation of Singapore e é absolutamente fabulosa. "Are you obsessed with the right things?" Quantas vezes damos por nós obcecados com aquele novo par de sapatos ou carteira que não podemos comprar e vivemos infelizes com isso?! 

Se parássemos para pensar por um minuto que o mais importante de tudo nesta vida é a saúde, seriamos todos muito mais felizes, menos mesquinhos e invejosos e daríamos mais valor aos bons momentos  passados com aqueles que mais amamos. Perder um ente querido por este terrível flagelo é sem dúvida um "wake-up call" que tolda por completo a nossa concepção da vida e do mundo.

E agora que leu isto, are you obsessed with the right things?
 

30 de setembro de 2010

Portugal para onde vamos?


Estou oficialmente deprimida depois de ouvir as novas medidas de austeridade anunciadas ontem pelo governo. É triste perceber que os pobres ficarão cada vez mais pobres, que ter um filho será um verdadeiro luxo, que a partir de agora será ainda mais difícil ter acesso à cultura, pois com o IVA a 23% iremos pensar duas vezes antes de adquirir um livro, ou outro bem que não seja de primeira necessidade. Em suma, vamos todos ficar mais pobres. Não se trata apenas de pobreza material mas essencialmente pobreza de espírito que é algo que abunda no nosso governo.

Será que estes senhores não pensam que com estas mudanças estão a fazer com que haja um decréscimo no consumo de bens e serviços, que consequentemente leva as empresas a produzirem menos, a despedirem mais e consequentemente haverá uma agudização dos problemas sociais? Será que em primeiro lugar não seria de cortar nos salários dos gestores de topo, ou nas obras públicas que não servem outros interesses que não os do poder instituído? Hoje sinto-me muito mais pobre só por ser portuguesa!

19 de setembro de 2010

Vale a pena continuar a acreditar?

 

Há alturas na vida em que por mais que queiramos seguir em frente tudo nos empurra para trás. Por mais que queiramos perdoar aqueles amigos que nos decepcionaram, surgem ainda mais motivos de discórdia que nos fazem questionar se faz sentido, sequer, manter aquela amizade. 

Depois existem as novas amizades nas quais investimos completamente sem rede, simplesmente porque acreditamos que os outros são como nós e eis que vem mais uma decepção. Claro que existem também os amigos do coração, aqueles que estiveram lá connosco durante o ano inteiro, mesmo que não estivessem fisicamente sabemos que com eles podemos sempre contar. E são no final esses amigos para todas as ocasiões que queremos ao nosso lado. 

Por isso, nesta altura do ano, que coincide também com o aproximar do meu aniversário, em que aproveito para fazer uma reciclagem geral, talvez seja tempo de desistir também de algumas pessoas que considerava verdadeiros amigos mas deixaram de agir como tal e valorizar aquelas com quem posso contar incondicionalmente, e são essas, apenas essas, que quero comigo a comemorar o meu aniversário, mesmo que no final sejam apenas as que cabem nos dedos de uma mão!

10 de setembro de 2010

Start again


Após um verão de preguiça, com excepção das caminhadas na praia, esta semana voltei a fazer exercício todos os dias, e não me fiquei pela habitual caminhada, voltei mesmo a correr, o que no meu caso é uma verdadeira vitória.

Espero que esta motivação venha para ficar durante todo o Outono, pois, tal como a Primavera, as mudanças de estação costumam trazer um novo alento e funcionam quase como o começo de um novo ano. É altura de renovar a casa, o guarda-roupa e fazer um balanço para os próximos meses, até porque Setembro coincide também com a data do meu aniversário, o que por si só pressupõe uma época de reflexão.

Por todos estes motivos não fico triste com a chegada do Outono, mas feliz e expectante com a perspectiva de mudanças para melhor!

8 de setembro de 2010

Momentos Perfeitos


Cada vez mais me convenço que a felicidade é feita de pequenos momentos, momentos perfeitos. Acontece quando menos esperamos e quando estamos com aquelas pessoas por quem sentimos verdadeira empatia. 


Para ser feliz é fundamental, em primeiro lugar, reencontrarmo-nos a nós próprios, pois só assim podemos ser felizes com aqueles que nos rodeiam. Mas uma vez encontrada essa harmonia a vida pode ser repleta de momentos perfeitos, basta estarmos atentos e de coração aberto.


5 de setembro de 2010

A propósito de Marilyn...


Porque será que para algumas mulheres amar é sempre sinónimo de sofrer? Será isto uma forma de amar? Não concebo uma relação onde damos mais que recebemos, não somos bem  tratadas e continuamos ali à espera que isso mude, que ele mude, porque isso nunca vai acontecer, e acima de tudo, porque nós merecemos melhor. E acredito que se formos determinadas e ambicionarmos só o melhor para as nossas vidas um dia acabamos por encontrar essa pessoa especial, eu encontrei!

21 de agosto de 2010

Novas tendências. Novas Decisões!


Estou neste momento a passar a pente fino as imagens das revistas de moda com a nova colecção Outono/Inverno. E como não podia deixar de ser, sempre que chega uma nova estação inicia-se também um novo ciclo, onde se reciclam as peças da estação passada mas também se começam novos projectos e sobretudo se renova a esperança. 

Com o inicio de cada estação tenho tendência não só de fazer uma limpeza no guarda-roupa mas sobretudo na mente. E este ano preciso mesmo de fazer algumas mudanças para melhorar a minha vida e a daqueles que me rodeiam: Cultivar a paz e a serenidade; iniciar uma nova actividade física; desenvolver novos interesses e quem sabe uma nova carreira.

Apesar de a minha estação de eleição ser a Primavera, é no inicio do Outono que comemoro o meu aniversário, talvez também por isso seja esta uma altura de reflexão perfeita.

13 de agosto de 2010

Mudar de vida?!


Já pensaram o que aconteceria na vossa vida se de repente decidissem mudar totalmente de rumo, de vida, de país? Pois é, eu tenho pensado muito nisso e a conclusão que tenho tirado é que adoro a vida que tenho. Adoro a minha mãe, adoro o meu amor, a meia dúzia de amigos verdadeiros, a minha casa, o meu universo, tudo sem tirar nem pôr!

11 de agosto de 2010

Pequenas Mulheres


Porquê será que hoje em dias tantos país permitem que as suas meninas sejam mulheres antes de tempo? Já para não falar das "Suris" desta vida, filhas de famosos que andam quase desde o berço de  saltos altos e vestidas com roupa que podia ser usada pelas suas mães.

Falo de crianças com 7, 8 anos, como a que vi hoje na sala de espera do consultório médico. Esta criança tinha as unhas dos pés e das mãos pintadas de encarnado e manejava o seu portátil magalhães, com o seu rato óptico, como se essa fosse a ocupação normal de uma criança, como uma pequena executiva. Não vou questionar aqui a idade com que devemos começar a usar um portátil mas não terá sido a generalização demasiado excessiva? Onde fica o espaço para as brincadeiras de criança? O que vai fazer esta menina quando chegar à idade de ser mulher? Brincar com bonecas? Ler banda desenhada? E que cor de verniz irá escolher, se o vermelho é de todas as cores a mais adulta e sensual? 

Se em criança já usamos tudo o que ambicionamos usar, quando crescermos que ambições iremos ter? Qual será a meta a atingir? Estaremos a preparar melhor estas crianças que tem acesso às novas tecnologias desde o berço e não têm de esperar por nada? Ou será que a nossa educação, ainda que com pouco ou nenhum acesso às novas tecnologias, ou ao verniz da moda, porque não era adequado para uma menina, nos fez crescer com muita mais garra e ambição e sobretudo muito mais preparados para as desilusões que, quer queiramos quer não, a vida acaba por nos trazer.

13 de maio de 2010

Try to keep calm and carry on!

Existem momentos na vida em que por mais que tentemos manter a calma e continuar em frente nos faltam as forças e só nos apetece desistir! São também momentos como estes que nos permitem aferir quem são os verdadeiros amigos e os outros, que estão na nossa vida apenas para os momentos de farra.


Costuma-se dizer que sem os maus momentos não daríamos valor aos bons. Mas de quantos maus momentos precisa ser feita uma vida? Quantos entes queridos temos de perder? Quanta tristeza temos de suportar? Não devia haver um limite para o sofrimento? Sendo filha única não será já suficiente ter perdido o meu Pai e a minha querida avó que me criou? Tenho de passar também por isto com a minha mãe e ficar sozinha no mundo? 

Ainda não sei qual é o diagnostico da minha mãe, e todos me dizem que ainda não é motivo para desesperar, mas só quem já passou por isto pode ser o quanto a ansiedade e a incerteza podem ser corrosivas. Quero, e tenho de manter a aparente calma e serenidade, mas já não consigo! Se tenho vontade de chorar a qualquer hora, se sinto que perder a minha mãe pode ser o PIOR momento da minha vida, não vou sorrir só para ficar bem na foto. E nestes momentos em que o Papa e a Igreja Católica invadem a actualidade do dia-a-dia, que mais posso eu fazer se nem fé já consigo ter?!:(

27 de abril de 2010

O lado bom da vida


Há alturas na vida em parece que não param de surgir dificuldades e nesses momentos questionamos tudo, ou quase tudo o que nos rodeia. Mas é também nestes momentos de maior desalento que é fundamental olhar para o lado bom da vida, para as pessoas que nos amam e que estão sempre presentes, para todas as conquistas que fomos fazendo ao longo dos anos, para dias de sol magníficos, como o de hoje. E pensar que apesar de estarmos numa fase menos boa tudo passa, e sem estes momentos de reflexão os  melhores momentos da vida não teriam o mesmo sabor.   

That´s why I always try to look on the bright side of life, even if it blinds me!

23 de abril de 2010

Voltar ao lugar onde fomos felizes



Sempre tentei reger a minha vida pelo presente, pensando no futuro e sem grandes nostalgias em relação ao passado. No entanto, existem momentos na vida que nos fazem repensar todas as opções que tomamos e caminhos que percorremos. 

E se ao contrário de ter mudado de emprego em busca de uma estrela que não era assim tão brilhante,  me tivesse mantido no mesmo local de trabalho onde fui tão feliz? Será que estaria onde estou neste momento? Sempre me disseram não troques o certo pelo incerto, não arrisques mudar de emprego por uma carreira se tens um lugar seguro, mas isto não é o contrário de ter ambição? Pois é, sempre pensei que sim até ao dia de hoje!

Voltei ao lugar onde fui feliz, revi os colegas com quem passei muito bons momentos e um local de trabalho perfeito e harmonioso. Senti vontade de voltar, de resgatar a felicidade que senti quando trabalhei naquele lugar, de voltar a percorrer o mesmo caminho. Não será isto a antítese da evolução humana, ou será que foi daqui que nasceu o celebre ditado "o bom filho à casa torna"? Será que estou a viver no passado, ou só a passar por uma fase de maior nostalgia?

12 de março de 2010

Prada despede funcionários velhos, gordos e feios

De acordo com a revista Sábado, de 12 de Março, uma directora-geral da Prada no Japão decidiu processar a marca ao receber ordens para mudar o seu penteado e perder peso para poder encaixar nos padrões da empresa, e 'eliminar' 15 funcionários 'velhos, gordos, feios, nojentos ou sem o visual Prada'...
As ordens teriam partido do CEO da marca no Japão, Davide Sesia, e, de imediato, 13 funcionários foram notificados pelos recursos humanos devido às suas fracas vendas, de acordo com o jornal 'Daily Telegraph'. Rina Bovrisse, a directora geral da Prada no Japão é uma profissional com 18 anos de experiência no mundo da moda e sentiu-se insultada quando Sesia alegadamente lhe teria dito para 'mudar o seu penteado e perder peso', porque tinha 'vergonha da sua fealdade e por isso não queria que os visitantes de Itália a vissem'. 

Esta notícia, a ser verdade,  é muito grave e julgo que levanta sérias questões morais. Aquilo que as empresas faziam de forma "encapotada" alegando ser justa causa poderá passar a ser prática comum. Agora se não formos suficientemente jovens, bonitos ou magros é motivo de "justa causa" para perder o emprego?!

Pelos vistos o Diabo veste mesmo Prada!

26 de fevereiro de 2010

Are you "Happy"?

Já há algum tempo que me questiono porque é que uma revista que se quer "Happy" ostenta sempre na capa raparigas anorécticas de ar doentio e infeliz. Ao folhear a revista, e já para não falar do elogio do swing e outras práticas sexuais, que isso cada um sabe de si, e também não sou propriamente puritana, mas o que é demais enjoa:( Tudo o resto, aparte um ou outro artigo interessante, são temas que elogiam a magreza a qualquer custo, como se ter um ou outro quilo a mais fosse um pecado capital. 

Será que depois de tanta controvérsia no Mundo da Moda por causa da anorexia não estaria na hora de uma revista que elogia a felicidade, dar o exemplo, e colocar uma ou outra modelo não tão magra mas feliz?

Nota: Gostaria de vos deixar a última capa que é desoladora, mas como não encontrei podem ser dar uma vista de olhos nas bancas, ou nos mupis e deixarem aqui a vossa opinião.