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7 de abril de 2013

Vista Alegre lança jarra “Territórios”




A Vista Alegre Atlantis acaba de apresentar a edição limitada “Territórios”, uma peça criada por António Ole, o artista plástico que mais tem contribuído para a divulgação da cultura angolana em todo o mundo e um dos mais conceituados do continente africano da actualidade.

“Territórios” é a décima peça resultante do Projecto Artistas Contemporâneos (PAC) para o qual têm contribuído alguns dos mais talentosos e multifacetados autores. Neste contexto enquadra-se o contributo de António Ole que desenvolveu várias pinturas originais para tornar possível esta peça que é uma ode à arte contemporânea.

Lançado em 2008, o Projecto Artistas Contemporâneos é uma colecção de prestígio  de peças limitadas e numeradas, concebidas por diversos artistas nacionais e internacionais, consagrados e emergentes, ligados às artes plásticas e gráficas.

As anteriores peças (e por ordem) foram da autoria de Eduardo Nery, Manuel João Vieira, Pedro Calapez, Joana Vasconcelos, Oscar Mariné (Prémio Design Espanha 2010), Nadir Afonso, Malangatana, Portinari e Armanda Passos. 

O processo de escolha dos artistas participantes nesta colecção única é rigoroso, e a concretização das peças é um procedimento extremamente complexo, que requer uma grande minúcia, por forma a respeitar integralmente a obra do autor em porcelana.

Sobre António Ole

António Ole nasceu em 1951 em Luanda, Angola, tendo até ao momento feito e participado em diversas exposições importantes em vários pontos do mundo, contribuindo para uma forte divulgação internacional da cultura do seu país de origem.

Expõe com regularidade desde 1994. De entre as suas inúmeras exposições individuais destacam-se “António Ole: marcas de um percurso (1970-2004), na Culturgest, Lisboa, em 2004; em 2009, “Hidden Pages”, na Iwalewa-Haus, Bayreuth, Alemanha; e “Angola, Figures de Pouvoir”, no Musée Dapper, Paris, entre 2010 e 2011. Além das muitas exposições em nome próprio, o trabalho de António Ole integrou diversas mostras coletivas, entre as quais “The Short Century”, no Martin- Gropius-Bau, Berlim, no Museum of Contemporary Art de Chicago; “Body of Evidence”, no National Museum of African Art – Smithsonian, Washington, em 2007; “Africa Remix”, que esteve patente, entre 2004 e 2007, em espaços tão diversos quanto o Museum Kunstpalast, Dusseldorf, na Hayward Gallery, Londres, no Centre George Pompidon, Paris, no Mori Art Museum, Tóquio, no Moderna Museet, Estocolmo, e na Johannesburg Art Gallery.

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